Deepfake em chamadas de vídeo é uma ameaça real. Ela usa a inteligência artificial para criar cópias muito precisas de rostos e vozes. Isso torna possíveis golpes complicados, como a fraude por clonagem de voz. Muitas empresas e pessoas já perderam dinheiro por causa disso.
Bancos conhecidos como Bradesco, Itaú e Nubank relataram mais casos de clonagem de voz. Até a Polícia Civil está avisando sobre o aumento desses golpes. Quando mexem com a imagem e o som, a segurança das nossas conversas por vídeo fica em risco.
Anúncios
O objetivo deste alerta é claro: queremos que mais gente no Brasil saiba reconhecer deepfakes. Vamos mostrar como perceber essas fraudes. Também vamos ensinar o que fazer para se proteger rápido e como diminuir os riscos.
Alerta de Golpe: Como identificar “Deepfakes” em chamadas de vídeo
As chamadas de vídeo se tornaram essenciais no trabalho e na vida pessoal. Elas simplificam a forma como nos comunicamos, mas também abriram brechas para fraudes. Saber reconhecer deepfakes é crucial para evitar prejuízos.
O que significa deepfake em chamadas de vídeo
Deepfake é uma tecnologia que combina análise de imagem e síntese de som. Ela cria cópias do rosto e voz de alguém usando dados de vídeos curtos. Esses dados podem vir de stories, vídeos no YouTube ou TikTok.
Seu objetivo é imitar a voz, a entonação e os movimentos de uma pessoa. Esta técnica se baseia em algoritmos avançados. Eles produzem resultados muito realistas.
Por que deepfakes representam risco em videochamadas e ligações
Clonar voz e rosto torna verificações simples ineficazes. Não podemos confiar só no que vemos ou ouvimos para identificar alguém.
O fácil acesso a essas ferramentas aumenta o número de golpes. Isso coloca indivíduos e empresas em maior risco.
Os golpistas se aproveitam de como reagimos rapidamente a urgências. Eles usam autoridade e emoção para nos enganar.
Principais objetivos dos golpistas: fraudes financeiras, extorsão e roubo de dados
Fraudes financeiras são o principal alvo. Os criminosos pedem transferências imediatas, resgates ou autorização para transações, enganando as vítimas.
A extorsão acontece quando ameaçam prejudicar a vítima ou seus familiares em troca de dinheiro. O roubo de dados é feito capturando informações privadas como senhas e dados bancários.
Empresas já sofreram perdas enormes por transferências feitas para falsos executivos. Golpes em videochamada também são usados para disseminar desinformação ou imitar figuras públicas em ataques em larga escala.
Como os golpes com videochamadas deepfake são realizados
Golpistas usam tecnologia avançada e técnicas de engano para criar chamadas que parecem verdadeiras. Saber como os deepfakes funcionam ajuda a identificar perigos. Assim, você pode agir rápido se receber uma chamada suspeita.
Os golpes envolvem elementos técnicos e maneiras de operar.
Tecnologia por trás dos deepfakes: IA, redes neurais e modelos de voz
Para criar um deepfake, se usa redes neurais que aprendem com muitas imagens e sons. Empresas como a ElevenLabs e a Descript fazem vozes que soam quase como as reais.
Projetos de código aberto permitem fazer cópias de vozes gastando pouco. Com ferramentas especiais, se produz deepfakes que enganam tanto a visão quanto a audição.
Fases do ataque: coleta de material, geração de voz/vídeo, contato e pressão
O golpe segue passos bem determinados. Conhecê-los ajuda a não cair na armadilha.
- Na coleta de material, se pega vídeos e sons de redes sociais. Áudios curtos podem ser suficientes para o treinamento.
- Na geração, o modelo é treinado rapidamente e cria-se uma voz e um rosto falsos.
- O contato é feito por chamada ou vídeo, usando o material falso.
- Na pressão, usam-se táticas para fazer a vítima pagar dinheiro ou dar informações.
Ferramentas acessíveis e mercados ilícitos que facilitam a prática
Tem serviços que fazem clonagem de voz por preços diversos e são fáceis de usar. Mesmo sendo úteis para criadores legítimos, essas tecnologias também podem ser usadas em golpes.
No mercado ilegal, se vendem pacotes e serviços por preços que variam. Tutoriais online facilitam para que até iniciantes possam tentar aplicar golpes.
Entender como funciona a clonagem de voz e onde se vendem esses serviços nos ajuda a ficar alertas. Assim, podemos proteger nossas comunicações na vida pessoal e no trabalho.
Sinais visuais e auditivos que denunciam uma chamada deepfake
Entender falsificações exige que você preste atenção em detalhes visuais e sonoros, além do comportamento. Saber reconhecer sinais de deepfake protege seu dinheiro e informações pessoais em chamadas surpresa.
Anomalias na imagem
Verifique se a iluminação do local parece estranha. Sombra e reflexos que não batem são dicas importantes.
Olhe para as bordas do rosto e cabelos. Se parecerem desfocadas ou se moverem de maneira errada, cuidado.
Repare se a voz combina com os movimentos da boca. Desencontros, mesmo que pequenos, são alertas de falsificação.
Atenção a pausas abruptas no vídeo. Cortes súbitos podem ser desculpas para falhas técnicas inexistentes.
Sinais no áudio
Sons estranhos ou uma clareza excessiva podem indicar edição. Ruídos como se fossem de máquinas em vozes são pistas.
Observe se há desencontro entre o que é falado e as expressões. Formas de falar anormais sugerem alterações.
Cuidado com respostas que parecem robóticas ou sem emoção. Se a voz soa muito igual, pode ser deepfake.
Comportamento do interlocutor
Desconfie se alguém pressionar você para agir rápido, sem checar informações. Golpistas tentam evitar que você confirme os dados.
Faça perguntas específicas para testar as respostas. Mudanças na história ou explicações nebulosas são sinais de alerta.
Perceba se interrompem a conversa com frequência ou evitam outros meios de contato. Querer manter a chamada vai contra práticas comuns, indicando possível fraude.
Verificações práticas imediatas durante uma chamada suspeita
Se uma videochamada parecer suspeita, seja cuidadoso e siga passos simples. Utilize procedimentos conhecidos por familiares ou colegas para evitar decisões apressadas. Fazer essas verificações rapidamente diminui o risco e ajuda a confirmar identidades.
Como usar palavra de segurança ou código previamente combinado
Escolha uma palavra ou código de segurança entre família e colegas. Durante a ligação, solicite essa palavra e só continue se a resposta estiver correta. Empregar uma validação similar aos processos de empresas como Itaú e Bradesco em ambientes familiares ou de trabalho é eficaz.
Procedimento de desligar e contatar por outro canal verificado
Em caso de dúvida sobre quem está do outro lado, desligue e ligue de volta usando um contato confiável. Confira bibliotecas de contatos, extratos bancários ou cartões de créditos para números seguros. Evite fazer transferências bancárias somente baseado em chamadas recebidas.
Como checar rapidamente contas bancárias, números e correspondência de identidade
- Confira a titularidade antes de efetuar transferências: compare o nome no banco com quem está pedindo.
- Pedir uma prova visual em tempo real, como um vídeo fazendo um gesto, pode prevenir fraudes por deepfake.
- Anote detalhes da ligação como horário, número que aparece e as solicitações feitas para futuras verificações.
Estabeleça uma política de segurança que impede o compartilhamento de OTP, CVV ou senhas por telefone. Verifique a autenticidade de chamadas que pedem dinheiro ou dados de contas. Ser ágil e metódico minimiza o risco de ser vítima de golpes.
Medidas preventivas pessoais e corporativas para reduzir risco
Para se prevenir, siga regras simples e úteis. Ter regras claras em casa e no trabalho ajuda a evitar ataques de chamadas deepfake.
Regras familiares e pessoais
Crie uma senha secreta para usar em emergências. Ensine a família a usá-la. Decida como entrar em contato de outro jeito, antes de enviar dinheiro.
Ensine os parentes a não confiar em pedidos urgentes. Faça treinos para saberem como agir e aumentar a segurança em casa.
Controles corporativos
Use regras para separar tarefas e exija várias permissões para grandes transferências. Verifique por dois meios diferentes, como e-mail e telefone da empresa.
Tenha regras claras e use assinaturas eletrônicas e processos de aprovação. Prepare os times financeiros contra deepfakes. Faça auditorias e testes contra enganos.
Boas práticas digitais
Não compartilhe muito áudio ou vídeo online. Revise sempre as configurações de privacidade no Instagram, TikTok, YouTube e WhatsApp para manter seus dados seguros.
Evite colocar na internet vídeos ou áudios que mostram como você fala. Mantenha seus dispositivos e aplicativos atualizados. Use confirmação de identidade e fique de olho em atividades estranhas nas suas contas.
- Use ferramentas de proteção e backup para preservar evidências.
- Eduque funcionários e familiares sobre prevenção deepfake e privacidade online.
- Adote controles corporativos que tornem fraudes economicamente inviáveis para atacantes.
O que fazer se você for vítima ou receber pedido suspeito
Se perceber algo estranho numa videochamada, mantenha a calma. Não transfira dinheiro ou informe dados pessoais. Encerrar a chamada imediatamente é uma boa decisão.
Registre detalhes do incidente como horário e nome ou número que apareceu. Anote também a plataforma usada e o que foi pedido. Se possível, salve gravações e mensagens. Eles são importantes para investigações futuras.
Para organizar suas ações, siga este guia simples:
- Mantenha cópias de prints, gravações e e-mails suspeitos.
- Não delete mensagens ou o histórico da chamada; é importante para a investigação.
- Guarde comprovantes de transferências e registros bancários, se houver alguma movimentação suspeita.
Informe seu banco e operadora de telefone sem demora. Use canais oficiais e peça bloqueio de transferências suspeitas. Lembre-se: bancos sérios nunca pedem sua senha por telefone.
Informe a operadora sobre o número suspeito e peça que investiguem. Fazer um boletim de ocorrência ajuda muito na investigação. Se perdeu dinheiro, conte para a Polícia Federal também.
Se o golpe foi grande, denuncie aos órgãos reguladores. Informe o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários. Se houver vazamento de dados pessoais, o Procon pode ajudar.
No seu relatório de investigação, coloque todos os detalhes possíveis. Inclua horários, transações e provas. Isso ajuda o banco e as autoridades a agir. Guardar evidências é crucial para solucionar o caso.
Conclusão
Deepfakes em chamadas de vídeo e voz são uma ameaça real e crescente. Acontece no Brasil e pelo mundo. A tecnologia faz imagens e vozes convincentes serem fáceis de criar. Mercados ilegais ajudam golpistas a fazer fraudes financeiras e extorsões.
Para nos proteger, precisamos ser práticos. Usar códigos de segurança conhecidos, checar informações por outros meios e ter bons controles nas empresas ajudam muito. É bom também limitar o que compartilhamos de áudio e vídeo online. Isso diminui o que os golpistas podem usar contra nós.
Se desconfiar de algo, seja cético. Guarde provas da chamada e avise bancos e autoridades logo. Manter-se seguro em videochamadas exige estar sempre alerta. Isso inclui treinar pessoas e melhorar regras. Assim, entendemos que imagem e voz não comprovam mais quem alguém é.
Conteúdo criado com Assistência de Inteligência Artificial
